Especial na escola mas solitário em casa: Um grupo de amizades alternativo para adolescentes com Síndrome de Down
Jeanne D’Haem
IN: Down Syndrome Research and Practice • Volume 12 • Issue 2 • October 2008 [107- 111] www.down-syndrome.org/research-practice/2012/ Tradução: Carlos Barroso (2009) Revisão: AERID (2010)
Resumo | Os amigos têm um papel fundamental tanto na saúde mental como física; no entanto, indivíduos com síndrome de Down e outras perturbações do desenvolvimento, mesmo aqueles que estão inseridos em escolas regulares, não desenvolvem amizades como seria de esperar. Depois de uma década de inclusão e de organização de programas escolares estruturados para facilitar amizades, muitos pais afirmam que as relações de amizade com os colegas terminam após o horário escolar. Este estudo comparou a eficácia entre grupos de amigos sediados na escola e grupos de idades variadas que se reuniam em casa de um aluno com síndrome de Down. São discutidos métodos específicos com o objectivo de estabelecer um grupo de amigos com êxito. Este estudo seguiu três grupos de amigos durante cinco anos. Dois grupos de seis a oito estudantes do ensino básico encontravam-se com o estudante com necessidades educativas especiais (NEE) duas vezes por mês em horário escolar; e um grupo de participantes com idades variadas encontrava-se na casa do estudante.
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Integração educativa na aula regular com apoios dos alunos com síndroma de Down: sugestões práticas
Emilio Ruiz Rodriguez
In: Revista Síndrome de DOWN. 2007; 24 [I]; 2-13. Tradução: Alexandra Cardoso Revisão: AERID 2008
Resumo │ As possibilidades de apoio do aluno com síndroma de Down na classe normal ou regular são inúmeras. Qualquer profissional que deseje integrar um aluno com síndroma de Down na sua turma pode fazê-lo com uma grande margem de liberdade no que diz respeito ao tipo de apoio que pode utilizar. O apoio pode ser dado pelo professor do ensino regular, por professores especializados em ensino especial, por outros técnicos de reabilitação e, inclusivamente, pelos próprios pais ou profissionais de associações ou fundações. Pode realizar-se antes, durante ou depois da aula, dentro ou fora desta, de forma individual ou em pequenos grupos. O artigo descreve em pormenor as diversas estratégias metodológicas para cada caso referindo, inclusivamente, a combinação de várias metodologias. A flexibilidade, que tem de ser um princípio fundamental na intervenção educativa com alunos com síndroma de Down em qualquer programa de integração (9º Congresso Mundial Síndroma de Down), está assegurada pelos modelos de apoio que podem ser muito variados. Se a isto juntarmos a realização de adaptações curriculares adequadas, aumentamos de forma significativa as probabilidades de sucesso da integração escolar das crianças com síndroma de Down em escolas de ensino regular.
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